Europa Ocidental
Ásia Central
La identidad de la nación
O Turcomenistão é um dos países mais fechados do mundo. Depois da independência da União Soviética, em 1991, o novo governo adotou uma política chamada de “neutralidade permanente”, que na prática isolou o país do resto do mundo. Viajar, se informar e até se comunicar com estrangeiros é vigiado de perto pelo Estado. Esse isolamento também afeta a vida religiosa: qualquer expressão de fé fora do que é oficialmente aprovado é tratada com desconfiança.
A grande maioria da população é de etnia turcomena e vive o islamismo de forma cultural, muitas vezes misturado com tradições antigas de veneração de antepassados e peregrinações a túmulos de líderes espirituais chamados ovliya (santos locais). Essa mistura de crenças, conhecida como islã popular, faz parte da identidade da tribo e da família, o que torna a conversão a outra fé algo visto quase como uma traição ao próprio povo.
Os cristãos do Turcomenistão são poucos e, em sua maioria, descendentes de russos e armênios que chegaram durante o período soviético, ligados a igrejas ortodoxas históricas. Entre o povo turcomeno em si, menos de uma em cada mil pessoas se identifica como cristã de qualquer forma, e o número de evangélicos é praticamente invisível nas estatísticas. Quem vem de família muçulmana e decide seguir a Jesus corre o risco de ser rejeitado pelos parentes e de perder o apoio da comunidade, algo essencial para sobreviver socialmente no país.
Apesar do quadro difícil, já existe a Bíblia inteira traduzida para o turcomeno, publicada em 2016, um marco depois de décadas de trabalho silencioso. Isso significa que o povo turcomeno já pode ler a Palavra de Deus em sua própria língua, mesmo que o acesso a esses exemplares seja limitado e arriscado. Orar por esse povo, por tanto tempo esquecido pelo mundo, é uma forma real de acompanhar o que Deus já começou a fazer ali, mesmo em silêncio.
O contraste entre a riqueza do gás natural do país, uma das maiores reservas do mundo, e os prédios de mármore branco da capital Asgabate, de um lado, e a vida simples da maioria da população, de outro, mostra um povo que busca segurança e identidade em símbolos de grandeza. Para quem ora pelo Turcomenistão, o convite é enxergar além da vitrine construída pelo Estado e lembrar que ali vive um povo de cultura rica em poesia, hospitalidade e resistência silenciosa, ainda esperando para conhecer plenamente o Deus que já os ama.
O Turcomenistão fica na Ásia Central, com o mar Cáspio a oeste e o rio Amu Dária marcando parte da fronteira com o Uzbequistão a nordeste. Quase 70% do território é ocupado pelo deserto de Karakum (que significa "areia negra" em turcomeno), um dos maiores desertos de areia do mundo. Ao sul, a cordilheira do Kopet Dag forma uma fronteira natural com o Irã. Apesar do território extenso, a maior parte da população vive em oásis e cidades construídas ao redor das poucas fontes de água disponíveis.
Arroz cozido com pedaços de carneiro ou boi, cenoura e cebola; o prato mais tradicional do país
Bolinhos de massa cozidos no vapor, recheados com carne moída e cebola, servidos com iogurte
Pão achatado assado em forno de barro chamado tamdyr, sempre oferecido primeiro ao visitante
Prato feito com pedaços de pão seco misturados com carne desfiada e caldo quente, preparado em ocasiões especiais
Pastel fino em formato de meia-lua, recheado com carne, abóbora ou verduras e frito na chapa
Bebida servida em quase toda refeição, símbolo de hospitalidade na cultura turcomena
Cultura y espiritualidad
2a · La cultura
Tecidos à mão com desenhos chamados guls, que identificam a tribo de origem; um deles aparece até na bandeira nacional
Raça de cavalo nativa do Turcomenistão, famosa pelo brilho metálico da pelagem e símbolo de orgulho nacional
Oferecer chá verde e pão ao visitante é considerado um dever quase sagrado na cultura local
Os versos do poeta do século XVIII são repetidos como provérbios até hoje, quase como texto sagrado
Antiga cidade da Rota da Seda, hoje patrimônio da humanidade, testemunha de um passado de intenso intercâmbio cultural
2b · El campo
Áreas de batalla espiritual y cautiverio cultural que deben cubrirse en oración. Toca cada punto para comprender:
Livros e imagens dos antigos presidentes foram tratados quase como textos sagrados, ocupando um espaço que pertence só a Deus
O controle constante sobre a vida das pessoas cria um clima de medo que sufoca qualquer expressão de fé
Peregrinações a túmulos de santos locais (ovliya) em busca de saúde e bênçãos ainda são comuns, mesmo entre muçulmanos praticantes
A fé está tão presa à identidade familiar e tribal que mudar de religião é visto como trair o próprio povo
A vigilância constante faz até os cristãos esconderem sua fé dos vizinhos e parentes mais próximos
A política de neutralidade e fechamento ao mundo alimenta a ideia de que o país não precisa de nada de fora, nem do evangelho
Os prédios de mármore e ouro da capital escondem a vida simples da maior parte da população
Crenças em proteção contra o mau-olhado e o uso de curandeiros tradicionais ainda fazem parte do dia a dia
Materiais cristãos são tratados como propaganda "extremista" perigosa, o que dificulta o acesso à Palavra
A ênfase na glória histórica do povo turcomeno pode se tornar um substituto da identidade verdadeira que só se encontra em Deus
No Turcomenistão, seguir a Jesus fora das igrejas históricas aceitas pelo Estado é motivo de vigilância constante e risco real. O país ocupa a posição 35 na lista mundial de perseguição da organização Portas Abertas, e os principais motivos de pressão são o controle quase total do governo sobre a vida das pessoas, a força do islã tradicional ligado à tribo e à família, e a pressão dos próprios clãs contra quem muda de religião.
Registrar uma nova igreja é praticamente impossível, e grupos evangélicos costumam ser tratados pelas autoridades como “extremistas”. Até as igrejas ortodoxas russas e armênias, que existem há gerações no país, são vigiadas de perto durante os cultos. Ter e distribuir material cristão, como Bíblias, é visto como algo suspeito e pode ser confiscado.
Quem vem de família muçulmana e decide seguir a Jesus enfrenta o maior risco: rejeição da própria família, pressão para voltar ao islã e, em alguns casos relatados, até casamentos forçados para afastar jovens mulheres da fé cristã. Apesar da dureza da situação, nenhum ataque violento contra cristãos foi registrado no último ano, o que mostra que a perseguição no Turcomenistão acontece mais pelo controle silencioso e constante do que pela violência aberta.
La puntuación de persecución va de 0 a 100: cuanto mayor, mayor la presión sobre los cristianos.
O Turcomenistão tem 28 grupos étnicos, e 20 deles (71,4% do total) ainda são considerados não alcançados pelo evangelho, reunindo 95,2% de toda a população do país. O maior grupo é o próprio povo turcomeno, com quase 5,9 milhões de pessoas, do qual menos de 1 em cada 1.000 se identifica como cristão de qualquer forma. Outros povos, como uzbeques, cazaques, balochis e curdos, também seguem majoritariamente o islã e têm pouquíssimo contato com o evangelho. Os poucos cristãos do país, em sua maioria russos e armênios, chegaram durante o período soviético e mantêm igrejas históricas, mas quase não há testemunho cristão entre os povos de origem turcomena e centro-asiática.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Fuente: Joshua Project. Estimaciones, pueden variar.
Intercede por esta nación
Cada nación lleva un propósito redentor. Marcas que parecen formar parte de la identidad que Dios desea restaurar:
Logística para quien desea ir
Preço bem acima da média da região, segundo o Numbeo
Valores de referencia (base: Numbeo). Confírmalos antes de viajar.
No todos van, todos participan
Detrás de cada obrero entre estos pueblos hay una red de personas que ora sin cesar, cuida de la familia que se quedó y sostiene la obra con fidelidad. Enviar también es misión.
Comienza por tu iglesia: presenta esta nación, adóptala en oración continua y camina junto a quienes Dios está levantando para ir.
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