Bandera de Guiné

África Ocidental

Guiné

CapitalConacri
IdiomaFrancês
Población13 milhões
República PresidencialistaMaioria muçulmanaMaior reserva mundial de bauxita
Governo de transição após o golpe de 2021.
1

Conoce

La identidad de la nación

Sobre la nación
Sobre Guiné

A Guiné, conhecida como Guiné Conacri para distingui-la de seus vizinhos de nome parecido, fica na costa da África Ocidental e abriga cerca de 13 milhões de pessoas. A capital, Conacri, é uma cidade portuária pulsante, espremida na península de Kaloum, onde se concentram o comércio, a política e a vida cultural do país. O francês é a língua oficial, herança colonial, mas é nas línguas locais que o coração do povo se expressa.

É uma nação de forte identidade muçulmana: cerca de 88% da população segue o Islã, muitas vezes entrelaçado com práticas tradicionais herdadas dos ancestrais. Os cristãos somam pouco mais de 4%, concentrados sobretudo na região florestal do sudeste e em Conacri. Os evangélicos são menos de 1% da população, o que faz da Guiné um dos campos mais carentes da África Ocidental.

O território guarda contrastes marcantes: as terras altas verdejantes do Fouta Djallon, berço dos rios Níger, Senegal e Gâmbia; as savanas da Alta Guiné; a floresta tropical do sudeste; e a planície costeira úmida. Sob o solo, a Guiné guarda a maior reserva de bauxita do mundo, riqueza que move a economia, mas pouco transforma a vida da maioria, que ainda enfrenta pobreza e baixa escolaridade.

Politicamente, o país viveu décadas de instabilidade: do longo governo autoritário que se seguiu à independência em 1958, passando por golpes militares, até a tomada do poder pelos militares em 2021. A juventude é enorme, mais de 40% da população tem menos de 15 anos, e sonha com oportunidades em meio à incerteza.

Entre os guineenses, a fé cristã é jovem e frágil, e muitos povos jamais ouviram o evangelho na própria língua. Onde o Senhor tem plantado pequenas comunidades, há sede de discipulado, de Bíblias traduzidas e de obreiros que amem este povo hospitaleiro e resiliente.

Historia
  • Antes do séc. XVI Reinos e impérios da África Ocidental, entre eles o Império de Mali, dominam a região.
  • Séc. XVIII Estados teocráticos muçulmanos se consolidam no Fouta Djallon.
  • Séc. XIX A França avança sobre o território e o incorpora à África Ocidental Francesa.
  • 1958 A Guiné rejeita a proposta de De Gaulle em referendo e proclama a independência, liderada por Sékou Touré.
  • 1958-1984 Governo de partido único de Sékou Touré, marcado por isolamento e repressão.
  • 1984 Morte de Sékou Touré; os militares assumem sob Lansana Conté.
  • 2010 Alpha Condé vence a primeira eleição considerada democrática do país.
  • 2014 A epidemia de ebola tem início no sudeste da Guiné e devasta a região.
  • 2021 Militares liderados por Mamady Doumbouya depõem Alpha Condé e assumem o poder.
  • Hoje Nação jovem de maioria muçulmana, rica em minérios, com a igreja ainda pequena e muitos povos não alcançados.
Idiomas
  • Francêsoficial, usado no governo, escolas e comércio
  • Fula (Pular)falado pelo povo fula, sobretudo no Fouta Djallon
  • Maninka (Malinquê)comum na Alta Guiné, ligado à herança mandinga
  • Susulíngua franca do litoral e de Conacri
  • Línguas da florestakpelle, kissi, toma e outras no sudeste
Geografía, ciudades y clima

A Guiné fica na costa atlântica da África Ocidental e se divide em quatro regiões naturais bem distintas: a Guiné Marítima, planície costeira úmida onde está Conacri; o Fouta Djallon, planalto verdejante de onde nascem os rios Níger, Senegal e Gâmbia; a Alta Guiné, de savanas; e a Guiné Florestal, ao sudeste, de floresta tropical. Sob o território estão as maiores reservas de bauxita do mundo.

Principales ciudades

  • ConacriCapital e maior cidade, porto na península de Kaloum
  • NzérékoréMaior cidade do sudeste florestal, polo da região onde há mais cristãos
  • KankanCentro da Alta Guiné e referência da cultura mandinga
  • KindiaCidade comercial a leste de Conacri, cercada de cachoeiras
  • LabéPrincipal cidade do Fouta Djallon, coração da terra fula
  • BokéPolo da mineração de bauxita no litoral norte

Clima y temperatura

Guiné Marítima (litoral)Tropical úmido, 23 a 35°C, chuvas fortes de junho a novembro
Fouta DjallonMais ameno pela altitude, noites frescas
Alta GuinéMais seco, com ventos harmatão de dezembro a maio
Guiné FlorestalQuente e úmido o ano todo, 24 a 28°C
EstaçõesEstação chuvosa e estação seca, sem inverno frio
Personas conocidas
Mory Kanté
Cantor e mestre da kora, levou a música guineense ao mundo
Naby Keïta
Futebolista, capitão da seleção nacional
Ahmed Sékou Touré
Líder da independência e primeiro presidente da Guiné
Mamady Doumbouya
Militar que assumiu a presidência em 2021
Comidas típicas
🍗

Poulet Yassa

Frango marinado em limão, cebola e mostarda, grelhado e servido com arroz.

🍚

Riz Gras

Arroz cozido com carne, legumes e óleo de dendê, prato popular do dia a dia.

🐟

Yétissé

Ensopado de peixe servido com arroz e quiabo amassado.

🥟

Pastels

Pastéis fritos recheados de carne, peixe ou legumes, comidos como petisco.

🍢

Brochettes

Espetinhos de carne marinada grelhados na rua, comuns em Conacri.

🥜

Molho de amendoim

Ensopado cremoso à base de pasta de amendoim, comum na África Ocidental.

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Comprende

Cultura y espiritualidad

2a · La cultura

Puntos culturales

Hospitalidade e partilha

Receber bem o visitante e dividir a comida é sinal de honra e respeito.

Força da família ampla

A vida gira em torno do clã e dos mais velhos, cuja palavra tem grande peso.

Herança dos griôs

Músicos e contadores de história guardam a memória dos povos mandingas.

Fé entrelaçada ao cotidiano

O Islã molda os horários, festas e relações sociais do dia a dia.

Diversidade étnica

Fula, maninka, susu e povos da floresta convivem com línguas e costumes próprios.

Respeito aos mais velhos

A idade confere autoridade, e a juventude aprende ouvindo os anciãos.

Qué evitar
Indicadores socioeconómicos

2b · El campo

Religiones
Muçulmanos88.3%
Religiões étnicas6.9%
Católicos1.8%
Outros cristãos1.8%
Evangélicos0.8%
Lo que necesita ser redimido · Donde la nación se apartó de Dios

Áreas de batalla espiritual y cautiverio cultural que deben cubrirse en oración. Toca cada punto para comprender:

A identidade muçulmana é tão forte que sair dela é visto como traição à família e ao povo.

Práticas tradicionais e amuletos se misturam à fé, diluindo a entrega a um só Deus.

O temor de forças ocultas e da feitiçaria mantém muitos presos à insegurança espiritual.

Quem abraça Cristo arrisca rejeição, perda da família e até ameaças.

A riqueza mineral não chega ao povo, e a miséria gera desesperança.

Décadas de regimes autoritários e golpes feriram a confiança e a esperança da nação.

Recursos públicos desviados sufocam o desenvolvimento e ferem a justiça.

Tensões entre fula, maninka e susu são exploradas na política e dividem o país.

Muitos povos ainda não têm a Bíblia em sua língua materna.

As comunidades cristãs são poucas e carecem de discipulado e formação.

Libertad y alcance
Persecución religiosa

A Guiné é uma nação de maioria muçulmana onde a Constituição prevê liberdade religiosa, mas a pressão social sobre os cristãos é real, sobretudo para quem se converte do Islã. O ponto mais sensível não é a perseguição do Estado, e sim a hostilidade que vem da família e da comunidade.

Convertidos do Islã frequentemente enfrentam rejeição: podem perder o lar, o emprego e o convívio com os parentes. Em regiões de forte tradição muçulmana, como o Fouta Djallon, muitos vivem a fé em silêncio, sem poder manifestá-la em público. Há relatos de ameaças, expulsões e, em casos extremos, violência contra quem deixa o Islã.

As igrejas, concentradas em Conacri e na Guiné Florestal, às vezes encontram dificuldade para obter registro ou autorização das autoridades locais. Ainda assim, o cristianismo não é proibido, e cristãos de nascimento costumam viver com relativa liberdade. O maior desafio é o peso comunitário que isola e silencia os que escolhem seguir a Jesus.

La puntuación de persecución va de 0 a 100: cuanto mayor, mayor la presión sobre los cristianos.

Pueblos no alcanzados

A Guiné é um mosaico de povos, e muitos deles permanecem não alcançados. Os três maiores grupos, fula, maninka e susu, são fortemente muçulmanos e contam com pouquíssimos seguidores de Cristo. Os evangélicos representam menos de 1% da população, concentrados sobretudo na região florestal do sudeste. Dezenas de povos ainda não têm a Bíblia traduzida em sua língua materna, e a maioria nunca teve a oportunidade de ouvir o evangelho de forma compreensível.

No país i
4,1%cristãos
0,7%evangélicos
Por população i
87%não alcançada
0%significativamente alcançada
  • 13 M Não alcançado 87%
  • 296 mil Pouco alcançado 2%
  • 0 Superficialmente alcançado 0%
  • 1,7 M Parcialmente alcançado 11,1%
  • 0 Significativamente alcançado 0%
Por grupos de povos i
42grupos de povos
28não alcançados · 66,7%
  • 28 Não alcançado 66,7%
  • 7 Pouco alcançado 16,7%
  • 0 Superficialmente alcançado 0%
  • 7 Parcialmente alcançado 16,7%
  • 0 Significativamente alcançado 0%

Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.

Algunos pueblos no alcanzados de este país

Fuente: Joshua Project. Estimaciones, pueden variar.

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Ora

Intercede por esta nación

El llamado de Dios sobre la nación

Cada nación lleva un propósito redentor. Marcas que parecen formar parte de la identidad que Dios desea restaurar:

Nação jovemHospitalidade e acolhimentoMúsica e adoraçãoResiliência diante da adversidadePonte entre os povos da África Ocidental
Motivos de oración
Intercesión por Guiné
Pelo povo fula do Fouta Djallon, o maior grupo do país, para que conheça o amor de Cristo.
Pelos povos maninka e susu, fortemente muçulmanos, ainda quase sem testemunho do evangelho.
Pela tradução das Escrituras nas dezenas de línguas guineenses que ainda não têm a Bíblia.
Pelos convertidos do Islã que sofrem rejeição e ameaças, para que sejam firmes e amparados.
Pela igreja na Guiné Florestal e em Conacri, que cresça em maturidade e discipulado.
Por obreiros que amem este povo hospitaleiro e aprendam suas línguas e sua cultura.
Pela enorme juventude guineense, que encontre esperança e propósito em Deus.
Pela justiça e estabilidade política, para que a nação supere golpes e corrupção.
Para que a riqueza da bauxita beneficie o povo e a desigualdade dê lugar à dignidade.
Pela cura das divisões étnicas, para que fula, maninka, susu e os povos da floresta vivam em paz.
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Ve

Logística para quien desea ir

Hora local
Hora local · Conacri
--:--:--
· · UTC+0

Costo de vida
Custo de vida Baixo a moderado

varia muito e sofre com a inflação

Refeição simples (restaurante local)US$ 3 a 8 prato do dia
Refeição em restaurante internacionalUS$ 15 a 30 por pessoa
Aluguel (padrão simples)variável mercado informal e instável

Costo en las ciudades

ConacriA capital é a cidade mais cara; o interior é bem mais barato

Valores de referencia (base: Numbeo). Confírmalos antes de viajar.

Puntos prácticos para quien va
  • Aprenda o básico do francês: é a língua oficial e abre as primeiras portas; o susu ajuda muito em Conacri.
  • Tome a vacina contra a febre amarela e previna-se contra a malária, presente no país todo.
  • Vista-se com recato: roupas discretas demonstram respeito num país de maioria muçulmana.
  • Leve dinheiro em espécie: cartões e caixas eletrônicos são raros fora de Conacri.
  • Tenha paciência com a infraestrutura: energia, água e estradas podem ser instáveis.
  • Construa relacionamentos com calma: a amizade e a confiança são a base de tudo na Guiné.
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Envía y sostén

No todos van, todos participan

No todos van. Todos participan.

Detrás de cada obrero entre estos pueblos hay una red de personas que ora sin cesar, cuida de la familia que se quedó y sostiene la obra con fidelidad. Enviar también es misión.

Comienza por tu iglesia: presenta esta nación, adóptala en oración continua y camina junto a quienes Dios está levantando para ir.

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