Europa Ocidental
La identidad de la nación
Brunei Darussalam, a Morada da Paz, é um pequeno sultanato encravado na costa norte da ilha de Bornéu, espremido entre o mar do Sul da China e o estado malaio de Sarawak, que o divide em duas partes. Com cerca de 466 mil habitantes e vastas reservas de petróleo e gás, é uma das nações mais prósperas da Ásia, governada há mais de cinco décadas pelo Sultão Hassanal Bolkiah, um dos últimos monarcas absolutos do mundo.
A identidade nacional repousa sobre três pilares oficiais: a cultura malaia, a fé islâmica e a monarquia, sintetizados na filosofia de Estado conhecida como Melayu Islam Beraja. O Islã sunita é a religião do Estado e molda profundamente a vida pública: a educação islâmica é obrigatória desde cedo, e desde 2014 o país aplica gradualmente um código penal baseado na Sharia, fazendo de Brunei o primeiro país do Sudeste Asiático a fazê-lo.
Sob a superfície da maioria malaia muçulmana, porém, vive uma sociedade mais diversa do que aparenta. Comunidades chinesas, indianas e povos indígenas de Bornéu, como os Iban, Dusun, Murut e Bisaya, compõem o tecido humano do sultanato. E entre esses grupos minoritários é que vive hoje a maior parte dos cristãos do país, sobretudo de origem chinesa e indígena.
O cristianismo existe em Brunei de forma discreta e legalmente restrita. Igrejas históricas, como católicos e anglicanos, mantêm cultos dentro de seus templos, mas a evangelização, a distribuição de literatura cristã e a construção de novos templos são proibidas. Compartilhar a fé islâmica é incentivado; compartilhar qualquer outra fé é crime. Para o muçulmano que conhece a Cristo, o custo pode ser altíssimo.
Ainda assim, Deus não deixa de ter testemunho nessa terra próspera e fechada. Por trás da abundância material há sede espiritual, e por trás das restrições há homens e mulheres fiéis que perseveram em silêncio. Brunei é uma nação pequena no mapa, mas preciosa diante de Deus, que conhece cada povo de Bornéu pelo nome.
Brunei ocupa um pequeno trecho da costa noroeste de Bornéu, a terceira maior ilha do mundo, com pouco mais de 5.700 km2. O território de Sarawak, da Malásia, divide o país em duas partes desiguais: a porção ocidental maior, onde fica a capital Bandar Seri Begawan, e o distrito de Temburong a leste, coberto de floresta tropical intacta. Grande parte do país ainda é recoberta por densas selvas de Bornéu.
Prato nacional: pasta de sagu sem sabor próprio, enrolada no garfo e mergulhada em molho azedo e picante.
Arroz quente com frango frito e sambal, comida popular barata e querida no país.
Carne cozida lentamente em leite de coco e especiarias até o molho ficar denso e aromático.
Arroz cozido em leite de coco, servido com sambal, amendoim e peixe seco.
Curry doce e levemente picante de abacaxi, guarnição típica das mesas locais.
Cultura y espiritualidad
2a · La cultura
A identidade nacional se apoia em três pilares: cultura malaia, fé islâmica e monarquia.
O bruneano é cordial e generoso, mas valoriza a discrição e o respeito à autoridade.
O ritmo do dia, da semana e do ano é marcado pelas orações e datas islâmicas.
O sultão e a monarquia são reverenciados e centrais à vida pública.
Refeições como o ambuyat são partilhadas em família e reforçam os laços sociais.
Sob a maioria malaia convivem comunidades chinesas, indianas e povos indígenas de Bornéu.
2b · El campo
Áreas de batalla espiritual y cautiverio cultural que deben cubrirse en oración. Toca cada punto para comprender:
A fé islâmica é oficial e estrutura leis, educação e vida pública.
Compartilhar qualquer fé além do islã é crime, calando o testemunho cristão.
Quem deixa o islã pode enfrentar acusação, prisão e perda de direitos.
A riqueza do petróleo pode anestesiar a busca espiritual e gerar autossuficiência.
Um clima de vigilância leva crentes a viverem a fé escondida e isolada.
Quem crê em Cristo arrisca perder família, casamento e a guarda dos filhos.
Ser malaio é tido como sinônimo de ser muçulmano, dificultando outras escolhas.
Grupos de Bornéu permanecem distantes de um testemunho claro de Cristo.
Restrições legais bloqueiam o acesso aberto ao povo com o evangelho.
A devoção a autoridade humana pode ocupar o lugar da entrega a Deus.
Brunei figura entre os países onde seguir a Cristo custa caro. Os cristãos são uma pequena minoria, formada sobretudo por pessoas de origem chinesa e por povos indígenas de Bornéu. Igrejas históricas, como católicos e anglicanos, mantêm cultos dentro de seus templos, mas qualquer evangelização, distribuição de literatura cristã ou construção de novos templos é proibida por lei.
A pressão se intensificou com a aplicação gradual do código penal baseado na Sharia. A educação islâmica é obrigatória desde a infância, dificultando que pais e igrejas falem de Jesus às crianças. A apostasia, abandonar o islã, é crime e pode levar a açoitamento e prisão, ainda que a pena de morte esteja suspensa.
O peso maior recai sobre os convertidos do islã. Mulheres que creem em Cristo correm o risco de prisão domiciliar, casamento forçado, separação dos filhos e isolamento da família. Comunidades não tradicionais, como pentecostais e evangélicos, nem podem se registrar como igrejas e operam sob vigilância constante. Mesmo assim, em silêncio e com coragem, há quem permaneça fiel.
La puntuación de persecución va de 0 a 100: cuanto mayor, mayor la presión sobre los cristianos.
Brunei abriga povos malaios, chineses, indianos e grupos indígenas de Bornéu, como Iban, Dusun, Murut e Bisaya. Vários desses povos permanecem sem um testemunho claro do evangelho, e línguas locais ainda não têm a Bíblia traduzida. A maioria muçulmana e as restrições legais tornam o acesso ao povo com as boas novas um desafio que só se vence em oração e dependência de Deus.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Fuente: Joshua Project. Estimaciones, pueden variar.
Intercede por esta nación
Cada nación lleva un propósito redentor. Marcas que parecen formar parte de la identidad que Dios desea restaurar:
Logística para quien desea ir
inferior ao dos EUA, mas elevado para a região
Valores de referencia (base: Numbeo). Confírmalos antes de viajar.
No todos van, todos participan
Detrás de cada obrero entre estos pueblos hay una red de personas que ora sin cesar, cuida de la familia que se quedó y sostiene la obra con fidelidad. Enviar también es misión.
Comienza por tu iglesia: presenta esta nación, adóptala en oración continua y camina junto a quienes Dios está levantando para ir.
Europa Ocidental
Caribe
Ásia Central
Ásia do Sul
Crea tu cuenta para adoptar y recibir motivos de oración.